Forbes Latina: 5S Group investe na G9 Brasil e acelera projetos de inovação no mercado hospitalar brasileiro
Com foco em tecnologia, inteligência operacional e modernização de processos hospitalares, a 5S Group amplia sua presença no Brasil através de investimentos estratégicos na G9 Brasil, empresa especializada em soluções para proteção de ambientes hospitalares, revestimentos técnicos e infraestrutura voltada ao setor da saúde. A iniciativa busca acelerar o desenvolvimento de novas tecnologias, otimizar operações hospitalares e introduzir modelos inovadores de atendimento, instalação e gestão de serviços dentro de hospitais e clínicas brasileiras. Em um mercado onde eficiência operacional, controle de custos e humanização dos ambientes se tornaram prioridades estratégicas para instituições de saúde, empresas capazes de unir tecnologia, engenharia e inteligência de processos começam a assumir papel de destaque no cenário nacional. É justamente nesse contexto que a movimentação da 5S Group no Brasil vem chamando a atenção do segmento hospitalar. Através da parceria e participação societária na G9 Brasil, os investimentos têm sido direcionados para pesquisa, desenvolvimento de produtos, treinamento operacional, inteligência artificial aplicada ao atendimento e novos modelos de prestação de serviços hospitalares. Especializada em soluções para proteção de paredes, revestimentos hospitalares, cortinas divisórias de leito, comunicação visual aplicada e infraestrutura hospitalar, a G9 Brasil vem ampliando sua atuação com foco em soluções que reduzam impactos operacionais dentro de hospitais em funcionamento. Tecnologia aplicada à infraestrutura hospitalar Entre os principais projetos desenvolvidos está a implementação de sistemas de instalação mais rápidos, limpos e silenciosos para os chamados bate-macas hospitalares, estruturas utilizadas para proteção de paredes contra impactos de macas, cadeiras de rodas e equipamentos hospitalares. Tradicionalmente, esse tipo de instalação exige perfurações, utilização de buchas, parafusos, geração de ruído e grande volume de sujeira, fatores extremamente críticos dentro de hospitais em operação. Pensando nisso, a empresa passou a investir em métodos de fixação utilizando fitas dupla face industriais de alta performance, reduzindo drasticamente a necessidade de furos nas paredes. Segundo a companhia, além da redução no tempo de instalação, o novo processo minimiza poeira, ruídos e interferências em ambientes sensíveis, como UTIs, centros cirúrgicos, alas de internação e centros oncológicos. O movimento acompanha uma tendência global de obras hospitalares menos invasivas e mais adaptadas ao funcionamento contínuo das instituições de saúde. Treinamento e humanização ganham protagonismo Outro eixo importante dos investimentos está na qualificação técnica e comportamental das equipes de instalação. A G9 Brasil vem ampliando programas internos de treinamento voltados especificamente para atuação em ambientes hospitalares. Os treinamentos abordam desde técnicas de instalação e acabamento até comportamento profissional dentro das unidades de saúde, incluindo: controle de ruídos; higiene operacional; utilização adequada de EPIs; circulação em áreas críticas; postura profissional; respeito aos pacientes e equipes médicas. A proposta da empresa é desenvolver profissionais preparados não apenas para executar serviços, mas para compreender a sensibilidade do ambiente hospitalar e atuar de maneira alinhada às exigências do setor. Novos modelos de serviços hospitalares Além das soluções de infraestrutura, a companhia também vem apostando em novos modelos de serviços recorrentes. Um dos projetos que mais tem chamado atenção é o sistema de locação de cortinas divisórias de leito hospitalar. O modelo foi desenvolvido para reduzir a preocupação operacional dos hospitais com manutenção, desgaste, substituição e controle das cortinas utilizadas em quartos, enfermarias e áreas de atendimento. Através do sistema, a G9 Brasil realiza a instalação das cortinas, fornece unidades de backup, disponibiliza suporte operacional e implementa rastreabilidade para controle do ciclo de utilização dos materiais. O projeto inclui ainda um aplicativo para abertura de chamados, solicitação de trocas e acompanhamento operacional, criando um fluxo mais organizado para os hospitais e reduzindo o tempo gasto pelas equipes internas na gestão desse tipo de item. Segundo a empresa, o objetivo é transformar um produto tradicionalmente tratado apenas como item operacional em um serviço estruturado, com foco em previsibilidade, agilidade e controle. Inteligência artificial e legado humano A tecnologia também passou a ocupar um papel estratégico dentro da operação. Entre os projetos mais relevantes desenvolvidos recentemente está a criação da “Cáh”, uma inteligência artificial criada para atuar no atendimento ao cliente, suporte técnico, treinamentos e apoio interno às equipes da empresa. A ferramenta foi desenvolvida para auxiliar clientes, colaboradores e instaladores, oferecendo respostas rápidas, orientações técnicas e suporte operacional em tempo real. A proposta é utilizar inteligência artificial para acelerar processos de atendimento e ampliar a capacidade de suporte técnico da companhia. Mais do que um projeto tecnológico, porém, a Cáh possui um significado emocional importante para a empresa. O nome é uma homenagem à empresária Cassia Montanini, sócia da G9 Brasil e responsável pelo departamento de atendimento e marketing da companhia durante anos. Reconhecida internamente pela proximidade com os clientes, atenção aos detalhes e dedicação ao relacionamento humano, Cassia participou diretamente da construção da cultura de atendimento da empresa. Cassia faleceu em novembro de 2024, deixando uma marca profunda na trajetória da companhia e entre colaboradores, clientes e parceiros. A criação da inteligência artificial surgiu também como uma forma de eternizar sua essência profissional e manter vivo o padrão de atendimento humanizado que ajudou a consolidar dentro da G9 Brasil. Segundo a direção da empresa, a Cáh representa a união entre tecnologia e relacionamento humano, dois pilares considerados fundamentais para o futuro do atendimento empresarial. Um novo momento para o setor hospitalar brasileiro Com os novos investimentos da 5S Group, a expectativa é acelerar ainda mais o desenvolvimento de soluções voltadas ao segmento hospitalar brasileiro, incluindo: automação operacional; inteligência artificial aplicada; rastreabilidade de serviços; treinamento técnico especializado; expansão das soluções de infraestrutura hospitalar. A estratégia também inclui fortalecimento da operação industrial, ampliação da capacidade técnica e desenvolvimento de novos processos voltados à redução de custos de manutenção hospitalar e aumento da eficiência operacional. Em um mercado cada vez mais pressionado por produtividade, controle e qualidade operacional, a união entre a experiência prática da G9 Brasil e a visão estratégica da 5S Group sinaliza um movimento importante de modernização dentro do segmento hospitalar brasileiro. Mais do que fornecer produtos, as empresas afirmam estar construindo uma nova proposta de valor para hospitais: unir tecnologia, eficiência operacional e humanização em soluções capazes de transformar ambientes hospitalares de forma mais inteligente, organizada e sustentável.
Do primeiro feed ao futuro da voz: como o podcast reinventou a comunicação e como o TechAccess leva isso adiante
🎧 Do primeiro feed ao futuro da voz: como o podcast reinventou a comunicação e como o TechAccess leva isso adianteDe experimento digital à mídia mais influente do século XXI e agora, motor de inovação com o TechAccess, uma iniciativa da KMC Assessoria. O podcast é um dos formatos que mais cresceram no Brasil e no mundo. O que começou como uma ideia simples, nos primórdios da internet, hoje é uma das ferramentas mais poderosas de conexão, influência e posicionamento de marca. E agora, com o TechAccess, a KMC Assessoria leva essa transformação para o universo corporativo, explorando o amanhã com conteúdo e propósito. 1. O ponto de partida: áudio, internet e liberdadeMuito antes dos estúdios profissionais e das grandes plataformas de streaming, o podcast começou como uma forma livre e genial de compartilhar ideias em áudio pela internet. O embrião desse formato surgiu em 1993, com o programa Internet Talk Radio, criado por Carl Malamud, considerado um dos pioneiros da comunicação digital. A proposta era transmitir conversas com especialistas em tecnologia para qualquer pessoa conectada, algo revolucionário para a época. A verdadeira virada veio alguns anos depois, quando o formato MP3 se popularizou. A compressão de áudio sem perda significativa de qualidade permitiu distribuir arquivos menores e mais acessíveis, inaugurando a era do conteúdo digital sob demanda. 2. A técnica que fez a diferença: RSS, agregadores e o "pod-" que pegouNos anos 2000, duas mentes visionárias, Dave Winer e Adam Curry, conectaram tecnologia e distribuição automatizada. Winer, desenvolvedor e criador do formato RSS 2. 0, incorporou o recurso enclosure, que permitia anexar arquivos de áudio a um feed. Curry, ex-VJ da MTV, criou um script que lia esse feed e sincronizava automaticamente o conteúdo com o iTunes e o iPod. Essa combinação mudou tudo: os ouvintes não precisavam mais baixar manualmente cada episódio pois o conteúdo chegava automaticamente, como uma assinatura personalizada de rádio. Em 2004, o jornalista britânico Ben Hammersley, em um artigo no The Guardian, usou pela primeira vez o termo "podcast", unindo iPod + broadcast. Nascia a palavra que daria nome à revolução sonora da web. 3. Do áudio sob demanda ao streaming multiplataformaA Apple percebeu rapidamente o potencial do formato e, em 2005, integrou o suporte a podcasts no iTunes, impulsionando o crescimento mundial. Com a chegada da banda larga e dos smartphones, o podcast se consolidou como uma mídia flexível, acessível e pessoal. A ideia de "ouvir o que quiser, quando quiser" antecipou o modelo que depois seria adotado por serviços como Netflix e Spotify. Hoje, são mais de 5 milhões de podcasts ativos no mundo, com uma audiência global que ultrapassa 580 milhões de ouvintes (Backlinko, 2025). O mercado movimenta bilhões e cresce mais de 20% ao ano, impulsionado pela publicidade segmentada e pelos conteúdos de marca. 💡 Embora o podcast tenha nascido como um formato puramente sonoro, a tendência atual é unir voz e imagem. Plataformas como YouTube e Spotify Video transformaram a experiência: hoje, "ver e ouvir" se fundem em um novo tipo de consumo. O vídeo pode fugir da ideia inicial, mas amplia o alcance e mantém a essência, a conversa autêntica que conecta. 4. O Brasil entra no cenário: da tecnologia ao entretenimento de massaO primeiro podcast brasileiro foi o Digital Minds, criado por Danilo Medeiros e publicado em 21 de outubro de 2004, data reconhecida como o Dia do Podcast no Brasil. Nos primeiros anos, o formato ficou restrito a nichos de tecnologia e games, mas ganhou força a partir de 2015, com o crescimento dos smartphones e das plataformas Spotify e Apple Podcasts. Durante a pandemia de 2020, o isolamento e o aumento do consumo digital aceleraram ainda mais a curva:segundo o estudo Globo/Ibope (2021), mais de 57% dos brasileiros conectados começaram a ouvir podcasts naquele período. Hoje, o Brasil é um dos cinco maiores mercados de podcasts do mundo, com mais de 50 milhões de ouvintes regulares (Podnews – Latin Podcast Trends, 2023). O consumo semanal cresceu 28% entre 2022 e 2023, impulsionando também o mercado publicitário e corporativo. 5. Por que o podcast conquistou o BrasilO segredo está na proximidade. O áudio cria uma sensação de conversa íntima, quase pessoal, diferente de qualquer outro formato. Além disso, ele se encaixa na rotina: dá para ouvir enquanto dirige, treina ou trabalha. É conteúdo que cabe no dia a dia e isso o torna irresistível. Para os criadores, é liberdade e baixo custo. Para as marcas, é posicionamento, autoridade e branding emocional. Hoje, o Brasil tem nomes que definem estilos e públicos: Flow, PodPah, NerdCast, Mamilos, Café com Deus Pai e surgindo agora o TechAccess. Diferentes entre si, mas todos com o mesmo poder: voz que conecta. 6. TechAccess: o podcast da KMC que explora o amanhãCom essa transformação global, a KMC Assessoria lança sua própria iniciativa: o TechAccess, um podcast que nasce com propósito, visão e identidade. 🎙 TechAccess – O amanhã sob análiseVoltado a empresários e profissionais que buscam tecnologia como ferramenta de decisão, o TechAccess traz uma proposta clara: traduzir o universo técnico em linguagem acessível e inspiradora. "Seja muito bem-vindo ao TechAccess, o podcast que explora o amanhã. "Nos episódios, a KMC propõe uma conversa aberta sobre:• Tecnologias mais avançadas do mercado;• Comparativos entre marcas e soluções inovadoras;• O futuro da segurança e da TI corporativa;• E a participação de grandes profissionais e empresários que usam a tecnologia a seu favor. Mais do que um conteúdo informativo, o TechAccess é um produto estratégico: uma ponte entre inovação e aplicação real, que transforma conhecimento em ação. 👉 O objetivo é simples e poderoso: levar tecnologia a quem busca soluções reais para dores diárias de gestão, performance e inovação. 7. O futuro do formato: IA, vídeo e personalizaçãoA explosão de conteúdo trouxe novos desafios: como ser descoberto entre milhões de episódios? Como manter relevância em um cenário híbrido de áudio e vídeo?O futuro dos podcasts e do TechAccess passam por três pilares:Interatividade e vídeo, com integração multiplataforma;Personalização por IA aproximando o conteúdo do perfil de cada ouvinte;Conteúdo técnico com propósito, voltado a resultados reais no mundo corporativo. 🎯 ConclusãoO podcast nasceu com um propósito simples: dar voz às pessoas. Mas o que era apenas liberdade criativa virou uma das maiores forças de comunicação e influência da era digital. Agora, com o TechAccess, a KMC Assessoria transforma essa potência em produto:uma iniciativa que conecta tecnologia, negócios e futuro. Em breve o primeiro episódio estará no ar. Fique ligado. 🎧 TechAccess — O amanhã sob análise. Porque entender o futuro é o primeiro passo para liderá-lo.